Nós em Sampa III, a saga continua
26/09/2008
Então, (só pra usar uma expressão paulistana - ou será paulista? – que serve de prolegômeno (agora eu si puxei!) pra qualquer manifestação) o lançamento foi um sucesso; o vinho branco perfeito (gaúcho, naturalmente); a infra e o pessoal de frente da Livraria da Vila eficazes e simpáticos; o ambiente acolhedor; as presenças honrosas e algumas delas até inesperadas, que a Dani já agradeceu.
A esticada, de leve que a idade já não recomenda excessos, na transada Mercearia, ali mesmo na Vila Madalena. Uma carne de sol e uma cerveja irrepreensíveis.
O sábado teve almoço na Liberdade, com música ao vivo (boas e más notícia; boa: a mesa era junto ao palco; a má: o cantor); sushis, sashimis e quejandos. Pra coroar, um sorvete Melona.
Fechando o sabadão, uma visita ao Museu da Língua Portuguesa, com a imperdível mostra sobre Machado de Assis.
Mas nada disso teria a alegria que teve, se eu não tivesse podido, para usar uma expressão bem nossa, “lamber a cria”, ou seja, reencontrar minha filha Marília.





11/10/2008 às 15:13
A série “Nós em Sampa” só aumenta minha satisfação – pois os vejo felizes -, mas ao mesmo tempo me tortura; conta tudo de uma vez.
Um abraço,
Leo